Seguro do show do Paul McCartney gera disputa entre corretoras
Terça, 20 De Junho De 2017 - 13:04

A apólice do show do Paul McCartney está sendo disputada antes mesmo de as seguradoras terem acesso às informações do contrato. A briga está entre quatro corretoras de seguros: Marsh, JLT, Affinité e Dulce Thompson Riscos Seguros, da ex-voleibolista que leva o mesmo nome. Procuradas, as corretoras não comentaram. O show O ex-Beatle volta ao […]

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Polícia indicia mais 3 pessoas envolvidas em tentativa de golpe em seguro
Terça, 20 De Junho De 2017 - 13:02

Grupo de São Carlos, SP, teria usado nome de ex-moradora de rua para conseguir R$ 1,4 milhão de apólices. A Polícia Civil de São Carlos (SP) indiciou mais três pessoas envolvidas em uma tentativa de golpe de seguro de vida que somava R$ 1,4 milhão. Segundo as investigações, o grupo usou o nome de uma […]

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Noticias BRSeguros.org

Atualização de Certificado de Segurança no portal da Susep
Terça, 20 De Junho De 2017 - 11:55
Acesso à area segura do Portal requer que os usuários atualizem a cadeia de certificados em suas máquinas.

Prorrogação do envio do FIP e normalização do acesso aos sistemas
Terça, 20 De Junho De 2017 - 08:51
FIP prorrogado até 22/6/2017.

Conheça o mercado de mais de R$ 30 bilhões que visa à proteção das famílias
Segunda, 19 De Junho De 2017 - 17:41

Fonte: Infomoney

Setor cresce em meio à recessão econômica e acelera ritmo de alta em 2017

A busca por aplicações rentáveis é o principal objetivo de todo investidor, mas muitos se esquecem do gerenciamento de risco, caso os planos não saiam como previsto. É justamente para atender a esse objetivo que um mercado de mais de R$ 30 bilhões se consolidou no Brasil: o de seguro de pessoas, que é composto essencialmente por seguro de vida (individual e em grupo), seguro de acidentes pessoais e seguro prestamista.

Essas soluções em gerenciamento de risco buscam proteger o segurado, que é quem contrata, assim como seus beneficiários, que normalmente são a sua família. A proteção ocorre por meio do pagamento de indenizações em casos de morte, invalidez por acidente, doenças graves, entre outros, e por isso costuma ser apontada como parte importante do planejamento financeiro. Apenas no ano passado, os seguros de pessoas geraram arrecadação de R$ 31,1 bilhões, crescimento de 4,6%, contra os R$ 29,8 bilhões do ano anterior.

O carro-chefe desse mercado é o seguro de vida, totalizando receitas de R$ 13,1 bilhões em 2016. Esse número representa alta de 5,9% sobre o ano anterior, em um momento no qual a economia brasileira atravessava uma grave crise econômica.

Planos individuais puxam o crescimento

O modo mais comum de contratar seguros de vida ainda é por meio de planos coletivos, normalmente oferecidos pelas empresas como um benefício aos seus colaboradores, mas a modalidade de seguro de vida individual tem apresentado um ritmo de crescimento significativo nos últimos anos.

Em 2016, o faturamento dos planos individuais avançou de R$ 5,2 bilhões para R$ 6,6 bilhões, alta de 27,4%. Já os planos coletivos tiveram discreto recuo de R$ 24,6 bilhões para R$ 24,5 bilhões, decorrente do cenário econômico.

A principal diferença entre o seguro de vida em grupo e o individual é que, no seguro de vida individual, o segurado contrata um seguro de vida personalizado, específico para as suas necessidades. Já no seguro de vida em grupo, o contratante é uma pessoa física ou jurídica, que contrata uma apólice coletiva de seguros e pode oferecer esse produto a um grupo de pessoas com as quais tem algum vínculo.

Bons números em 2017

O começo deste ano também tem se mostrado promissor para o setor de seguro de pessoas. O primeiro trimestre encerrou com arrecadação de R$ 8 bilhões, superando em 11,6% os R$ 7,2 bilhões obtidos no mesmo período de 2016. Novamente, a maior alta dos índices veio dos planos individuais, com taxa de crescimento de 23,2%, alcançando arrecadação de R$ 1,8 bilhão.

Noticias BRSeguros.org

Consumidor online: Leitura da mente do comprador de seguros
Segunda, 19 De Junho De 2017 - 16:05

Fonte: Ruth Landerreche

Celent lançou seu relatório intitulado: "Os consumidores online: leitura da mente do comprador do seguro" feito por Luis Chipana, analista da Celent na prática de seguros.

Hoje a indústria de seguros está passando por muitas mudanças que irão definir a próxima geração de seguradoras. Muitas dessas mudanças são influenciados pelas novas tecnologias que estão mudando o comportamento do consumidor, tecnologias como canais digitais, telemática, redes sociais, dispositivos móveis e analytics. Por outro lado, os consumidores também estão sendo influenciados por essas novas tecnologias, tendências e experiências que têm com outras indústrias.

O consumidor on-line não é necessariamente um comprador de seguros, mas muitos deles têm seguros e usam seus telefones inteligentes para estar conectados. Os consumidores estão dispostos a partilhar as suas informações se eles são recompensados ​​de alguma forma. Na verdade, cerca do 32% dos consumidores vão compartilhar informações sempre que tenham um desconto imediato e 21% vai fazer se tem um desconto no futuro; 71% dos consumidores ainda preferem o contato humano para interagir com as companhias de seguros; o resto preferem canais digitais, sejam aplicativos, sites, redes sociais ou chats.

"No mundo real, os consumidores não são devotos de uma indústria em particular. Na verdade, eles não vão pensando "a qual industria eu vou me dedicar hoje." Os humanos somos complexos, tem sentimentos e toman decisões com base em diferentes fatores. "- analisa Chipana.

"A tecnologia influencia tanto a oferta e a demanda. Por um lado, temos os consumidores que se estão tornando cada dia mais expertos no uso da tecnologia e exigem canais digitais. Por outro lado, temos as companhias de seguros que estão melhorando seus canais digitais; canais que tenham melhor abordagem nas necessidades dos consumidores on-line”, conclui Chipana

Acerca da Celent: (www.celent.com) Trata-se de uma empresa de pesquisa e assessoria que oferece suporte a instituições financeiras para formular estratégias de negócios e tecnologia.

Conta com um grupo de analistas internacionais e está posicionada de maneira única para oferecer assessoria estratégica e uma perspectiva do mercado com abordagem global.

A Celent é membro do Oliver Wyman Group, integrante do grupo de companhias Marsh & McLennan.

Especialista dá dicas para não errar na contratação de seguro pela web
Segunda, 19 De Junho De 2017 - 16:01

Fonte: O Globo

Venda do produto deve ter o apoio de um corretor de seguros habilitado

RIO — A ideia de contratar um seguro on-line, sem a presença de intermediários, é tentadora, mas pode se tornar uma armadilha. Antes de fechar uma apólice pelo computador ou telefone celular, é preciso muita cautela: o consumidor deve ter a atenção redobrada e ler com muita atenção os termos da cobertura. De acordo com Ianz Monteiro do Rio, fundador da Smartia Seguros, empresa especializada na venda deste tipo de seguro, embora seja uma opção mais rápida de contração, é fundamental que tenha o apoio de um corretor de seguros habilitado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

— Caberá a esse profissional indicar o produto mais adequado ao perfil do cliente, que apresenta características que precisam ser consideradas no momento da escolha do produto. Se a contratação for através de uma corretora de seguros, o segurado também deve se informar se a empresa em questão é habilitada para a venda — aconselha Monteiro.

Segundo a Federação dos Corretores de Seguros (Fenacor), a propaganda pode iludir o consumidor ao dizer que o corretor de seguros não é necessário. E alerta: empresa sem registro, com posturas agressivas em relação ao consumidor, ao mercado e aos corretores de seguros é ilegal. Por isso, reforça Monteiro, é aconselhável optar sempre pela aquisição de um produto oferecido por uma seguradora, fugindo das empresas que não têm registro junto à Susep, que não seguem as regras de gestão financeira e nem oferecem garantias de reservas para o pagamento dos valores contratados. Ou seja, não são amparadas pela lei.


Segundo reportagem publicada pela Defesa do Consumidor em dezembro passado, há casos de seguradoras 100% on-line que não divulgam com clareza detalhes importantes nas apólices de automóveis e seguro de vida. Nas apólices de automóvel, por exemplo, muitos segurados não percebem que a cobertura só inclui perda total (apelidada no site de PT), daí o fato de não cobrarem taxa de franquia.

Um fator muito importante, diz Monteiro, e que deve ser destacado sempre, é relacionado ao fornecimento de informações por parte do cliente. Este precisa entender que não pode, jamais, esconder ou dar informações incompletas:

— Esta atitude pode fazer com que a seguradora negue o pagamento dos valores contratados quando o evento, o sinistro, ocorre. Mas é fundamental que se diga que uma resposta correta tem por base o entendimento da pergunta pelo cliente. Assim, reitero que o apoio do corretor de seguros é imprescindível para que todo o processo de contratação seja seguro.


Confira outras dicas ao contratar um seguro on-line:

— O consumidor deve ter um cuidado ainda maior no caso da contratação do seguro ser realizada integralmente pela web. Em casos assim, é preciso redobrar a atenção no preenchimento dos formulários, lembrando que neste modelo não há contato da corretora ou do corretor durante o processo. Assim, aumentam os riscos de erros na contratação e de problemas para o recebimento da indenização.

— Devido a questões como a citada acima, o especialista aconselha a adoção do chamado modelo híbrido, quando, apesar do segurado realizar seus cálculos sozinhos pela internet, sempre haverá o contato, e o acompanhamento, de um profissional antes da contratação efetiva.

— Fuja das armadilhas da contratação de um seguro "muito mais barato", como sugerido por algumas propagandas atuais na web. Desconfie. É importante que o cliente esteja ciente que não é possível que haja uma diferença financeira tão grande na contratação de coberturas semelhantes. É importante lembrar que existe um custo associado a qualquer garantia contratada e neste ramo ele não pode ser tão barato em relação aos riscos envolvidos.

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