CQCS Palavra de Presidente – Rogerio Spezia
Quarta, 13 De Dezembro De 2017 - 04:04

 

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Superintende Comercial do Zim esclarece dúvidas de Corretores do Mato Grosso do Sul
Quarta, 13 De Dezembro De 2017 - 02:27

A Superintende Comercial do Zim, Naiara Jappe, esteve em Dourados, Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira (12), e reuniu cerca de 40 Corretores para esclarecer dúvidas sobre o Zim. Em evento realizado no Hotel Bahamas, a executiva explicou como funciona o aplicativo desenvolvido especialmente para aumentar a produtividade dos profissionais da categoria. “O evento foi […]

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Noticias BRSeguros.org

O futuro do transporte
Segunda, 11 De Dezembro De 2017 - 09:59
A tecnologia tem cada vez mais se aprimorado para facilitar a nossa vida, não é mesmo? E isso não poderia ser diferente quando o assunto é transporte público. Todos os anos, países investem em ações que aliam tecnologia e mobilidade … Continue lendo

Plano de saúde pode ter provisão menor
Segunda, 11 De Dezembro De 2017 - 00:47

Fonte: Valor Econômico
Por Beth Koike | De São Paulo

O projeto de lei que trata dos planos de saúde, que deve ser analisado nesta quarta-feira na comissão especial da Câmara dos Deputados responsável pelo assunto, pretende mudar as regras das reservas financeiras que as operadoras e seguradoras de saúde são obrigadas a ter para cobrir custos com hospitais, laboratórios e médicos em casos de falência.

Esse é um dos pontos que está sendo pouco questionado no projeto de lei, diferentemente do que ocorreu com a proposta de parcelamento do reajuste por idade aplicado quando o usuário faz 59 anos - que gerou polêmica e foi retirada do texto.

Procurada pelo Valor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que prefere não comentar, mas está acompanhando o tema com atenção.


Hoje, há cerca de 90 operadoras com problemas financeiros. Entre elas, o caso mais emblemático é o da Unimed-Rio, que conseguiu usar suas reservas para pagar dívidas e ainda está em situação delicada. A cooperativa médica carioca, com 685 mil usuários, conseguiu usar sua provisão para quitar débitos porque fechou um acordo com o Ministério Público para não quebrar e evitar impactos negativos em toda a cadeia de saúde.

A atual regra de provisão determina que as operadoras tenham uma reserva financeira no mesmo valor de suas despesas médicas mensais. Desta quantia, até 20% podem ser em imóveis de hospitais, laboratórios e clínicas da operadora. Os demais 80% precisam ser em dinheiro, para garantir liquidez para a operadora honrar débitos rapidamente em caso de quebra e, assim, evitar um problema sistêmico.

Pelo projeto de lei, a operadora será obrigada a provisionar uma quantia equivalente a 75% de suas despesas médicas e não mais 100% como é hoje. Além disso, uma parcela representativa das reservas poderão ser garantidas com imóveis. Nos planos de saúde filantrópicos, 80% das provisões poderão ser feitas com ativos imobiliários; nos de autogestão esse percentual será de 70%. Já as cooperativas médicas poderão ter 60% de suas reservas lastreadas em patrimônio imobiliário e as operadoras de medicina de grupo e seguradoras de saúde, 50%.

Os ativos imobiliários colocados em garantia nem sempre têm boa liquidez. Hospitais com infraestrutura ou localização ruim, por exemplo, podem levar tempo para ser vendidos. Esse é um problema que afeta muitas operadoras verticalizadas de pequeno porte. Quanto menor o número de usuários, maiores são as chances de a operadora enfrentar dificuldades financeiras, porque o risco da sinistralidade não é diluído.

As operadoras têm R$ 36 bilhões provisionados para esse fim. O argumento do setor é que esse dinheiro poderia ser aplicado na expansão do negócio. Segundo fontes a par do assunto, essa ideia vem sendo defendida, principalmente, por operadoras pequenas e cooperativas médicas. "A medida do projeto de lei é positiva para as pequenas operadoras de planos de saúde do interior do país que vão ter mais condições de investir em rede própria e baixar custos", disse Marcos Novais, economista-chefe da Abramge, associação das operadoras de planos de saúde.

A expectativa do relator do projeto, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), e da Abramge é que as maiores operadoras não entrem nas novas regras se o projeto de lei for aprovado. "Dificilmente, os grandes grupos vão comprometer seu patrimônio imobiliário usando-o como ativo garantidor. Essas operadoras podem querer no futuro fazer um 'spin-off' de seus hospitais e clínicas", disse Novais.

As discussões sobre os ativos garantidores ganham relevância com o início, nesta semana, de um programa da ANS que permite às operadoras de pequeno e médio portes em dificuldades financeiras, mas que ainda não entraram em processo de liquidação, repassarem suas carteiras de usuários ou venderam todo o negócio e sacar o dinheiro de suas reservas para pagar débitos com hospitais, clínicas e laboratórios.

Até então, as operadoras só podiam usar os ativos garantidores quando já estavam em processo de liquidação. Porém, as essas empresas acumulam muitas dívidas até chegar a essa fase, o que acaba provocando desinteresse de outros grupos em adquirir um ativo com passivo elevado. Hoje, há 453 operadoras com até 20 mil usuários e outras 247 empresas com uma carteira entre 20 mil e 100 mil clientes.

Como escolher o mais adequado plano de previdência?
Segunda, 11 De Dezembro De 2017 - 00:41

Fonte: Valor Econômico
Por Consultório financeiro

Tenho 30 anos e com o risco de mudança na Previdência fiz um VGBL (pago mensalmente) no início do ano, com o objetivo de complementar a minha aposentadoria. Mas acho que não prestei muita atenção nos detalhes. Agora resolvi ler melhor a documentação que recebi e vi que o VGBL fala em renda mensal por 24 meses. O VGBL não deveria pagar renda por toda a minha vida?

Guilherme Moraes, CFP, responde:

Caro leitor, Excelente o questionamento sobre a modalidade de renda do seu plano de previdência e a preocupação com a sua aposentadoria complementar à Previdência Social. Depender unicamente da aposentadoria pública pode conduzir o cidadão a uma queda significativa de renda e padrão de vida.


Planos de previdência não necessariamente oferecem o benefício de renda mensal vitalícia. Na contratação do plano de previdência, o participante escolhe dentre as alternativas de coberturas e tipos de renda permitidas pelo plano a que deseja usufruir no futuro. A decisão é passível de mudança.

O VGBL é uma modalidade de previdência complementar classificado como seguro por sobrevivência; tem as mesmas características do PGBL e o que o diferencia é o tratamento tributário. É indicado para quem declara o Imposto de Renda (IR) no formato simplificado e também para quem não tenha renda tributável para usufruir da dedução permitida pelo PGBL (por exemplo, empresários que recebem dividendos). Ou mesmo para quem já atingiu o limite de 12% da renda tributável investida em PGBL e gostaria de contribuir com uma parcela maior à previdência privada. No resgate ou pagamento do benefício, o IR incide apenas sobre a rentabilidade.

No PGBL, é permitido ao participante o abatimento das contribuições da base de cálculo do IR até o limite de 12% de sua renda bruta anual. Para gozar desse benefício, o participante deve declarar o IR no formato completo e contribuir ou ser aposentado do INSS ou regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargo efetivo da União, Estados, Distrito Federal e Municípios. No resgate ou pagamento do benefício, o IR incide sobre o principal e juros.

Nos planos de previdência existem duas fases: acumulação ou diferimento, período em que o participante contribui, e benefício, quando o participante usufrui da reserva acumulada sob alguma forma de renda ou resgate.

Na fase de acumulação é preciso minimizar os custos do plano de previdência e monitorar a rentabilidade do fundo investido. Taxa de carregamento, que incide sobre as contribuições, e taxa de administração, que incide sobre o patrimônio do fundo, impactam diretamente o montante acumulado.

As principais modalidades de renda são: mensal vitalícia, que consiste numa renda garantida durante a vida do segurado; mensal temporária, que consiste numa renda garantida ao segurado por prazo determinado; mensal vitalícia com prazo mínimo garantido, que consiste numa renda garantida ao segurado por prazo mínimo contratado e, em caso de morte do segurado, o beneficiário recebe a renda até o fim do prazo estipulado; mensal vitalícia com reversão ao beneficiário, que consiste em renda vitalícia ao segurado e, em caso de morte, a renda é transferida ao beneficiário de forma vitalícia; entre outras.

O valor da renda é definido com base em alguns fatores, como: idade do segurado, modalidade de renda escolhida, taxa de juros e, em alguns planos, tábua de mortalidade.

É primordial as pessoas buscarem a orientação de um planejador financeiro, profissional que deve estudar com profundidade as características, perfil e necessidades do seu cliente e, junto com ele, avaliar, orientar e otimizar na escolha de soluções de investimentos, planos de previdência e seguros.

Guilherme Moraes é planejador financeiro pessoal e possui a certificação CFP (Certified Financial Planner), concedida pela Planejar - Associação Brasileira de Planejadores Financeiros. E-mail: grmoraes@gmail.com

Noticias BRSeguros.org

Valor em risco e importância segurada
Segunda, 11 De Dezembro De 2017 - 00:21

Fonte: Estadão
por Antônio Penteado Mendonça

Um bom seguro nem sempre é feito com base em valores iguais, já que a apólice deve levar em conta o risco de cada segurado para refletir diferentes necessidades

Será que o valor em risco tem obrigatoriamente que ser a importância segurada da apólice? Valor em risco é o valor do ativo a ser segurado e importância segurada é o valor pelo qual o ativo é efetivamente segurado. Muito embora o bom senso diga que os dois valores devam ser iguais, um seguro feito da forma mais correta possível pode ter valores diferentes, com o bem valendo X e o seguro sendo contratado por Y.

Existem diferentes tipos de seguros e existem diferentes necessidades de proteção, garantidas por diferentes tipos de apólices. As diferenças das necessidades dos segurados e das apólices colocadas à disposição dele fazem com que a contratação de cada seguro leve em conta o risco real de cada segurado, adaptando-o da melhor forma possível aos produtos existentes.

Só isso seria suficiente para levar os segurados preocupados com a qualidade de seus seguros e com a efetiva proteção de seus patrimônios a terem sempre um corretor de seguros assessorando-os. O corretor de seguros é o profissional que conhece o caminho das pedras e que sabe escolher, dentro do cipoal de apólices existentes, as que se adequam melhor à necessidade de cada segurado.

Não adianta quem não tem familiaridade com o assunto tentar contratar um seguro um pouco mais sofisticado. Ele não tem o conhecimento das premissas por trás dos conceitos de cobertura que resultam nas apólices desenvolvidas e oferecidas pelas seguradoras.

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Alguns seguros exigem que haja a correlação exata entre o valor do bem e a importância segurada. Outros exigem que haja uma correlação entre o valor em risco e a importância segurada. E outros deixam ao critério do segurado determinar qual o capital que ele deseja para se proteger de terminado risco.

Estes seguros se dividem em seguros proporcionais e seguros não proporcionais. O problema é que um pacote de seguro para um determinado tipo de atividade e/ou bens oferecido por uma seguradora pode ter coberturas proporcionais e coberturas não proporcionais.

Esta peculiaridade, explicada nas condições de cada garantia, mas raramente lida pelo segurado, fará toda a diferença no pagamento da indenização, já que, para contratar o seguro, o segurado adota determinados parâmetros que interferirão numa determinada cobertura, alterando a indenização de sua garantia, sem que, contudo, afetem o pagamento de outra indenização através de outra garantia.

O seguro de incêndio é um seguro proporcional que exige a cobertura de 100% do risco oferecido e que os valores da importância segurada sejam os mesmos valores dos bens na data do sinistro. O seguro de roubo não exige a inclusão de todos os bens passíveis de serem roubados na apólice, nem exige que eles estejam segurados pelo valor correto. Já no seguro de responsabilidade civil não tem como exigir do segurado uma importância segurada igual às indenizações pagas.

Se o segurado contrata a garantia de incêndio por valor menor do que o valor correto do bem na data do sinistro, ele terá a indenização reduzida por uma fórmula que a seguradora aplica para se proteger do pagamento de indenização superior à que seria devida de acordo com o prêmio pago.

Se o segurado contrata o seguro de roubo com uma importância de X para proteger a totalidade dos bens, a seguradora pagará a indenização até o valor da importância segurada, de acordo com o valor de mercado de cada item no dia do sinistro. Se o prejuízo for maior, o problema é do segurado. Se for menor, a seguradora limita a indenização ao valor real das perdas.

No seguro de responsabilidade civil não tem como o segurado determinar o valor correto da apólice. Não há como prever e limitar os danos causados a terceiros. Assim, a determinação da importância segurada deve levar em conta fatores como tipo de atividade, público atingido, valor médio dos contratos, etc.

É importante se ter claro que os seguros têm regras diferentes para cada tipo de garantia. Não respeitar estas regras é a melhor forma de ser mal indenizado. Daí a importância do corretor de seguros.

ANTONIO PENTEADO MENDONÇA É SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA E CHAR ADVOCACIA E SECRETÁRIO GERAL DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS

Pilotando com segurança: mudança na formação dos motociclistas
Sexta, 08 De Dezembro De 2017 - 05:30
  Em busca de alternativas ao transporte público e para fugir dos grandes congestionamentos, muitos brasileiros encontram nas motos uma opção barata e eficaz. Segundo os dados do Anuário do Transporte, publicação divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), nos … Continue lendo

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