SOMPO aborda desafios da Transformação Digital em seguradoras durante Bintech 2017
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 10:09

Diretor de TI apresenta como as novas tecnologias podem contribuir para dinamizar a jornada do cliente junto à companhia O impacto da transformação digital nos processos e gestão das seguradoras vai ser um dos focos da participação da Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – […]

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SulAmérica promove encontro com corretores em São José dos Campos (SP)
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 10:01

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, realizou na última terça-feira (12) um encontro com corretores de seguros de São José dos Campos, no interior paulista. A ação teve por objetivo apresentar as novidades, os produtos e as estratégias de vendas da companhia para os mais de 250 corretores convidados, no Hotel Golden Tulip. O […]

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Noticias BRSeguros.org

Companhia adiciona assistência contra bullying em seu seguro escolar
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 08:15

Além dos benefícios de orientação psicológica e nutricional para alunos, o seguro escolar traz novas assistências para também para as escolas

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Serviços para fisgar os 'millennials'
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 02:06

Fonte: Valor Econômico
Por Danylo Martins | De São Paulo

Engajamento, conectividade e busca por novas experiências e qualidade de vida são algumas das características da chamada geração Y ou millennial, formada por quem nasceu entre o começo da década de 1980 e meados dos anos 1990. Embora os hábitos financeiros mudem conforme classe social, contexto familiar, entre outros fatores, essa geração não enxerga o dinheiro como um objetivo ou um fim em si mesmo. "Os jovens acreditam que o dinheiro seja um veículo para ter uma vida agradável e desfrutar de experiências e tecnologia", observa Martin Iglesias, consultor de investimentos do Itaú Unibanco.

Para a professora de finanças do Insper, Juliana Inhasz, a geração Y mostra preocupação com qualidade de vida no curto prazo, diferentemente das gerações passadas, que davam prioridade à formação de patrimônio para o longo prazo. "No geral, as pessoas mais jovens têm esse perfil talvez pelo fato de terem nascido num período de estabilidade econômica", destaca. Ainda assim, a geração Y não se deixa levar totalmente pelo prazer imediato. "É uma geração que investe para um intercâmbio daqui a dois anos", exemplifica.

Mesmo com o acesso à informação sobre aplicações financeiras, 72% dos jovens não investem, segundo levantamento realizado com 1.000 pessoas pelo banco Neon no início deste ano. "Para melhorar isso, é preciso criar experiências simples e amigáveis", analisa Alexandre Alvares, diretor de marketing do Neon, banco 100% digital focado nos mais jovens.


O jovem não está preocupado tanto com rentabilidade, e sim em atingir objetivos, avalia Felipe Bottino, diretor de produtos de previdência da Icatu. Por isso, segundo ele, o design precisa ser trabalhado como uma ferramenta de educação financeira. "Isso significa mostrar não o percentual do CDI, mas quão perto do objetivo a pessoa está de realizar aquele sonho", diz. Na seguradora, os jovens já representam 30% da base de clientes de previdência e respondem por 7% da reserva.

"Apesar de muito se falar que se trata de uma geração que tem o 'desapego' como marca, ainda há uma parcela importante dos 'millennials' que tem entre seus objetivos bens como carro e casa, além de viagens e outras conquistas. Economizar para buscar seus objetivos parece ser o mote dessa geração", define José Ramos Rocha Neto, diretor de investimentos do Bradesco.

Segundo os especialistas, um dos principais desafios é falar sobre a importância de se planejar mais cedo. "Uma saída é transformar o assunto em algo prazeroso, leve e agradável", recomenda Rogério Olegário do Carmo, planejador financeiro pessoal, da Libratta Finanças Pessoais.

Tornar o assunto tangível tem sido a tônica adotada pelo Santander. "Temos utilizado comunicação direcionada em mídias sociais, com linguagem fácil, para atingir esse público", explica Daniela Neves, superintendente de investimentos do banco. Já o Bradesco lançou, em junho, o Next, plataforma 100% digital e desenhada para esse público. Com ajuda do aplicativo, o cliente vê quanto precisa investir por mês e acompanha a jornada até o objetivo.

Planos têm desafio de preservar os aportes
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 02:02

Fonte: Valor Econômico
Por Adriana Aguilar | Para o Valor, de São Paulo

No primeiro semestre de 2017, a entrada de recursos nos planos de previdência superou, mesmo que pouco, o volume aplicado nesses fundos no mesmo período do ano passado. O esforço para a manutenção dos aportes sinaliza a preocupação dos participantes com o planejamento da aposentadoria, acirrada com a discussão da reforma da Previdência. Apesar do registro de aportes positivos, ainda chama a atenção o resgate nos planos no semestre, maior do que o observado em meses anteriores, provavelmente por falta de recursos dos investidores na hora de aperto no bolso.

Segundo Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o baixo crescimento de novos depósitos (4,81% superior ao montante acumulado nos primeiros seis meses de 2016) pode ser explicado por vários fatores. Em primeiro lugar, o volume de arrecadação é influenciado pela renda disponível das famílias e sua propensão a investir, variáveis que foram afetadas negativamente no primeiro semestre. "O movimento da taxa de juro menor também promove uma redistribuição do fluxo de poupança doméstica entre os diferentes produtos de captação", diz.

A captação líquida no período apresentou um saldo positivo de R$ 24,33 bilhões, volume 4,94% inferior aos R$ 25,59 bilhões verificados de janeiro a junho do ano passado. Os resgates totalizaram R$ 30,13 bilhões, valor 14,28% maior que o contabilizado no primeiro trimestre de 2016 (R$ 26,37 bilhões). "Apesar do baixo crescimento, a sustentação da captação líquida positiva representa uma performance positiva, especialmente se considerada a demora da recuperação do nível de emprego no mercado formal de trabalho", afirma Franco.


Na SulAmérica, a captação líquida andou junto com a média de todo o mercado. "Esses recursos voltados à previdência privada não são para serem usados em emergências. São acessados se esgotados os recursos prioritários, quando há necessidade. Ainda assim, vejo com otimismo o setor à medida que o consumidor fica mais confiante e que os eventos de curto prazo perdem força", afirma o diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, Fabiano Lima.

Paulo Valle, presidente da Brasilprev, diz que "o ano passado foi muito forte para a arrecadação dos planos de previdência". De acordo com ele, "a perspectiva para 2017 é de a previdência privada continuar com crescimento robusto, seguindo o movimento dos últimos dez anos. A queda da taxa de juros favorece o investimento de longo prazo".

O diretor de produtos de previdência da Icatu Seguros, Felipe Bottino, diz que, no primeiro semestre de 2017, as reservas de caderneta de poupança não apresentaram crescimento. O dado é emblemático porque reforça a resiliência de boa parte do público que coloca dinheiro nos planos de previdência e que, mesmo diante do período de aperto no bolso, manteve os aportes. "Acreditamos que vamos manter o ritmo acelerado de crescimento, em 2017, em dois dígitos. Vemos cada vez mais pessoas interessadas em conhecer os benefícios do produto, um fluxo maior de novos participantes, como funcionários públicos, que nunca pensaram sobre o assunto e, agora veem a necessidade."

O economista e professor Marcos Silvestre, que acaba de lançar o livro "Previdência particular: a nova aposentadoria", explica que o maior volume de resgate no primeiro semestre está longe de significar despreocupação das pessoas com a aposentadoria.

Segundo Silvestre, o plano de previdência é apenas um dos itens que vão compor o planejamento da aposentadoria, junto a outros ativos (imóveis, Tesouro Direto, ações etc). "Cerca de 50% das pessoas que me procuram, como consultor, apresentam desconfiança em relação aos planos. Há um desconhecimento das vantagens do VGBL e PGBL, tabela regressiva ou progressiva. Por esse motivo, os fundos de previdência são pouco procurados. As instituições financeiras têm de se mexer", diz.

Noticias BRSeguros.org

As tecnologias disruptivas e seus impactos no mercado de seguros
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 01:57

Fonte: CNseg

O impacto das tecnologias disruptivas, o surgimento das insurtechs e fintechs e a forma como o setor de seguros vivencia as transformações digitais foram os temas da palestra "Rompendo paradigmas no mercado de seguros", no 11º Insurance Service Meeting, que acontece paralelamente à 8ª CONSEGURO, no Rio. Com moderação do jornalista e editor-chefe do programa Mundo S/A, da Globo News, João Mostacada, o encontrou teve a participação do diretor da Bradesco Seguros, Curt Zimmermann, e do superintendente de TI da Porto Seguro, Marcos Sirelli.

Mostacada falou sobre o avanço das machines learnings e da inteligência artificial, duas tecnologias ligadas à automação de processos e que transformam a relação entre empresas e consumidores. Diversos setores já estão sendo impactados por esses processos – incluindo a indústria de seguros.

“Essas tecnologias trazem o medo da substituição humana por máquinas. Vivemos um momento até muito parecido com o que as pessoas vivenciaram durante a Revolução Industrial. A diferença é que, agora, o processo automotivo está avançando com muito mais velocidade. As máquinas estão aprendendo a pensar e já podemos ver isso no nosso dia a dia. As atendentes virtuais de telemarketing são um exemplo”, disse Mostacada, acrescentando que as empresas de tecnologias estão apostando alto nesses processos: até 2020, a expectativa é que sejam investidos globalmente cerca de US$ 37 bilhões em pesquisas relacionadas à inteligência artificial.

O jornalista destacou ainda a startup americana Lemonade, seguradora digital lançada em setembro do ano passado e que tem a inteligência artificial como linha mestra. Ao arrecadar US$ 13 milhões junto a investidores, a empresa baseou-se em aplicativos para fechar seguros residenciais a US$ 5 e US$ 35 por mês, para locatários e proprietários – essa nova forma de comercializar seguros substitui corretores e a burocracia por chatbots e machines learnigs, tudo feito sem documentação e de forma instantânea.

Marcos Sirelli disse que “obviamente, o modelo de negócio proposto pela Lemonade é uma ameaça à estrutura convencional do mercado de seguros”. Entretanto, acredita que o estabelecimento desse formato de venda no Brasil não será algo simples. “O mercado de seguros tem suas especificidades, assim como os consumidores brasileiros”.

Segundo ele, novas tecnologias podem ajudar o setor de seguros no que diz respeito à prevenção de riscos. “Imaginem um dispositivo de controle que desliga automaticamente a rede de energia de uma residência ao detectar fatores de riscos? Não é difícil imaginar também uma tecnologia de prevenção de colisão, capaz de mudar a natureza do risco e como o seguro de automóvel é precificado. São dispositivos que nos ajudam a criar novos tipos de serviços e produtos, com novos fluxos de receita e aumento da geração de valor para os clientes”.

O executivo ressaltou ainda que embora a tecnologia seja o carro-chefe na jornada de transformação que a indústria de seguros vai experimentar nos próximos anos, o mercado continuará lidando com questões humanas, que não são facilmente substituídas pela impessoalidade das máquinas. “Seria como dizer que não existe mistério entre as individualidades das pessoas. O rompimento de paradigmas deve acontecer levando em conta os valores éticos e a essência que o mercado de seguros proporciona à sociedade”.

Na opinião de Curt Zimmermann, as mudanças de comportamento da sociedade estão influenciando a indústria de seguros. “Antigamente, os ciclos de desenvolvimento eram mais longos, existiam limitadores, como o custo alto da infraestrutura. Nos dias atuais, as transformações tecnológicas caminham com velocidade”. O diretor citou as inovações que vão proporcionar disrupções na indústria nos próximos anos: além da inteligência artificial e das machines learnings, ele lembrou da tecnologia DLT (Distributed Ledger Technology), mais conhecida como blockchain, que tem potencial para transformar toda a infraestrutura dos serviços financeiros globais.

“O departamento de inovação da empresa tem trabalhado e subsidiado muitas iniciativas que trazem uma tônica diferente para o mercado, a questão colaborativa”, informou Curt, destacando as insurtechs, que surgiram com o propósito de revolucionar o setor de seguros, apresentando novas oportunidades para as empresas se relacionarem com clientes.
Sirelli concordou que as insurtechs estão movimentando o mercado, mas disse temer pela aproximação das grandes seguradoras no processo de criação dessas startups. “Se as seguradoras levarem os riscos, as preocupações e os conhecimentos que são resultados de anos de operação no negócio, será que as ideias e as inovações propostas serão as mesmas? Creio que há um risco iminente de ‘matar’ as novas ideias”.

Secretário nacional do consumidor destaca importância da clareza sobre mercado de seguros
Quinta, 21 De Setembro De 2017 - 01:46

Fonte: O Globo

Para Arthur Rollo, transparência e confiança são imprescindíveis para a criação de boa-fé entre cliente e seguradora

RIO
— O seguro tem muito a contribuir para a retomada do crescimento brasileiro tanto pela proteção que proporciona à vida e ao patrimônio, como pela desoneração que isso gera ao Governo e, também, pelo seu R$ 1 trilhão em ativos financeiros, que são a maior poupança institucional do país, que tanto pode ajudar no financiamento da dívida púbica brasileira. A afirmação foi feita pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, na abertura da 8ª Conferência Brasileira de Seguros, a Conseguro, nessa terça-feira, no Rio. Para tal, admite Coriolano, é preciso que esse sistema de seguros seja melhor compreendido pela sociedade e mais apoiado pelo Governo por meio de políticas mais acertivas. No primeiro semestre de 2017, o setor de seguros arrecadou R$ 117,9 bilhões, incluindo os segmentos de ramos elementares (automóvel, DPVAT e patrimonial), cobertura de pessoas, capitalização e saúde suplementar.

Secretário Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Arthur Rollo concorda que falta ainda uma penetração maior na sociedade dos conceitos e termos próprios do ramo securitário e, mesmo assim, uma gama muito grande de pessoas contrata seguro.

"Muitos consumidores não têm conhecimento de como funciona o mercado e desconhecem as regras do negócio. Se o consumidor recebe informações pela metade, na hora do sinistro, ficará insatisfeito", observou o secretário durante sua palestra na 7ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, que ocorre em paralelo à 8º Conseguro, em que falou justamente sobre o aprimoramento da relação do mercado com o consumidor.


Segundo Rollo, transparência e confiança são elementos imprescindíveis para a criação de uma boa-fé entre cliente e seguradora e reforçou a importância de se manter um diálogo aberto entre as partes. E ressaltou que compete as seguradoras, por exemplo, explicar as regras de coberturas; excepcionalidades, restrições, deveres e obrigações.

Durante sua apresentação, o secretário apresentou o que classificou de alguns desvios práticos em relação à cobertura, como atrasos nos pagamentos das indenizações; cláusulas de não indenizar quando o motorista está com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida; falta de clareza em relação à diferença entre roubo e furto, entre outros.

"Não havendo transparência não haverá confiança. A confiança vem com a realização da justa expectativa", assinalou, encontrando apoio nas declarações do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Werson Rêgo, que frisou que "a transparência não é mais opcional, mas sim necessária para reforçar a confiança, inclusive para se reconhecer erros".

Rollo pontua que o setor de seguros, hoje, tem apresentado boas respostas no atendimento ao cliente:

"Hoje, com as mídias sociais, a gente diz que o consumidor está mais empoderado, porque ele entra em contato com a empresa, reclama na empresa e, se não recebe a devida atenção, vai para as redes sociais e muitas vezes produz um efeito muito maior", afirma.

Rosana Techima Salsano, diretora de Previdência da Caixa Seguradora, fez coro com o secretario do Ministério da Justiça ao que se refere à importância de haver essa relação mais saudável entre seguradora e segurado.

"Nesses 27 anos de existência do Código de Defesa do Consumidor (CDC) muitas mudanças aconteceram. Os clientes não aceitam mais explicações mal dadas. Ele entra na rede social e fala", enfatizou, destacando o empoderamento do consumidor.

Com esse novo status de consumidor, observou Rosana, o mercado segurador enfrenta alguns desafios, como de estabelecer um relacionamento de longo prazo, tendo em vista que em securitização existem produtos intangíveis (seguro de vida). Ao que se refere à comunicação, aproximar a linguagem hermética do consumidor comum, subtituindo a gama de termos técnicos utilizados, sobretudo, nos contratos; e reforçar e ampliar cada vez mais os canais diretos de comunicação com o consumidor

Além do momento institucional brasileiro e da proposta de uma agenda para o futuro, serão discutidos na Conseguros, que será encerrada nesta quinta-feira, entre outros temas, a regulação e o desenvolvimento do mercado de seguros; as reformas microeconômicas necessárias para o crescimento do país; o fomento de movos investimentos; a transferência de riscos no mercado de capitais; e a prevenção à corrupção.

"Vamos debater o nosso papel para o amadurecimento do brasileiro e a implantação de uma cultura de educação em seguros", afirma o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

A Proteção do Consumidor nas Relações de Saúde Suplementar é o tema do painel que acontece neste momento na 7ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros. Falam sobre o tema a advogada da Carlini Sociedade de Advogados, Angélica Carlini, e o Ceo da Kantar Health Company, Otávio Clark. Com mediação da editora da Defesa do Consumidor do O Globo, Luciana Casemiro, participam do debate o diretor da Bradesco Seguros, Flávio Blitter, e o diretor técnico da Amil, Paulo Jorge Rascão Cardoso.

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