Moradores do Rio podem adquirir seguro contra balas perdidas
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 12:36

Apólices para cobertura de acidentes pessoais incluem morte e invalidez permanente. Especialistas estimam a existência de mais de mil contratos do tipo no país Rio – Policiais militares confundiram um guarda-chuva com um fuzil e atiraram em Rodrigo Alexandre da Silva Serrano, morto na segunda-feira em uma operação no Chapéu-Mangueira, no Leme. Um dia antes, …

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Instabilidade política não impede crescimento do mercado de seguros
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 11:09

Quem apostava em um ano de 2018 difícil, acertou. Os índices da economia caíram de 2,5% para 1,5%. De acordo com Francisco Galiza, consultor de economia, a instabilidade política é um dos principais motivos para a queda. “Há uma incerteza grande, que atinge todos os setores econômicos e isso acaba diminuindo investimentos e consumos”, explica. …

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Noticias BRSeguros.org

Resiliência: CEO da Thinkseg compartilha sua história de superação
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 10:04

O Insight Day foi marcado pela presença do CEO da Thinkseg, Andre Gregori, que testemunhou quando sua família perdeu todo o patrimônio, o que fez para contornar a situação e superá-la. O evento, que segue a perspectiva de superação, foi realizado no Centro Universitário de Belas Artes, em São Paulo, no último final de semana, …

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SindSeg MG/GO/MT/DF realiza Workshop sobre Vendas
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 09:35

Atividades diversas, discussões e aprendizagens marcaram o dia de profissionais do Seguro de áreas comerciais que são associados ao SindSeg MG/GO/MT/DF Dirigido por Rodrigo Maia, consultor e coach especializado em gestão de estratégias e negócios, o workshop de Alta Performance em Vendas apresentou ao público um panorama inovador sobre a necessidade de mudança no comportamento …

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IFC vai financiar obra em parceria com seguradoras
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 02:00


Fonte: Valor Econômico 
Por Silvia Rosa | De São Paulo
Silvia Costanti/Valor
Hector Gomez Ang, do IFC: pretendemos dobrar financiamento em infraestrutura

O International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para o setor privado, pretende trazer para o Brasil seu programa global de financiamento do setor de infraestrutura em parceria com seguradoras.

Lançado em 2013, o programa de cofinanciamento de carteira administrada pelo IFC (MCPP) tem como foco o empréstimo para mercados emergentes. O programa para infraestrutura (MCPP Infrastructure) conta com parceria com três seguradoras - Allianz, AXA e Prudencial - e levantou um total de US$ 1,6 bilhão, dos quais US$ 560 milhões já foram aprovados para 21 projetos em 12 países.

No Brasil, o banco está analisando dois projetos, sendo um em fase avançada, que devem ser os primeiros a receber recursos desse programa com as seguradoras. "Estamos em fase avançada de conversas para o financiamento de um projeto de infraestrutura do setor de energia e nossa expectativa é fechar essa operação ainda neste ano ou no primeiro trimestre do ano que vem", diz Hector Gomez Ang, gerente-geral do IFC no Brasil.

O IFC se compromete a investir o mesmo montante aportado pelas seguradoras em cada projeto. "Quando identificamos uma oportunidade de financiamento, apresentamos aos parceiros para eles investirem", diz Ang. A administração do empréstimo fica a cargo do IFC, que também assume uma parcela maior do risco, aportando recursos em uma tranche júnior, a primeira a absorver perdas em caso de calote. O risco nessa parcela é compartilhado com a Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Sida).

A carteira atual de investimentos em infraestrutura e recursos naturais do IFC no Brasil é de US$ 1 bilhão e a meta é dobrar esse volume, chegando a US$ 2 bilhões em três anos. "Atuamos tanto na parte de financiamento quanto na assessoria para estruturação dos projetos de infraestrutura, concessões, privatizações e Parcerias Público-Privadas [PPP]", afirma Ang.

Desde junho de 2002, o IFC Brasil já financiou 40 projetos de infraestrutura e recursos naturais por meio de 57 transações, que somaram US$ 3,1 bilhões, sendo US$ 2,1 bilhões com recursos próprios e cerca de US$ 1 bilhão de terceiros (incluindo a Asset Management Company, do IFC). Foram beneficiados diversos subsetores de infraestrutura, dentre eles: transporte e logística, água, saneamento e gestão de resíduos, geração e distribuição de energia, que somaram investimentos (Capex) de US$ 11 bilhões. Neste ano, por exemplo, o IFC concedeu um financiamento em reais com valor equivalente a US$ 200 milhões e prazo de 15 anos a Centrais Elétricas de Sergipe (Celse) para o desenvolvimento, construção e operação da usina termelétrica Porto de Sergipe.

Na parte de assessoria financeira a projetos de infraestrutura, o IFC participa do Programa de Fomento à Participação Privada em Infraestrutura (PFPP), criado em 2007 em parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Por meio desse programa, o IFC já prestou assessoria técnica a governos no Brasil em dez operações envolvendo PPP.

O IFC assessorou a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) na estruturação de dois leilões de rodovias (um vencido pelo Pátria Investimentos e outro pela Arteris) e participou do leilão de concessão da BA-052 (BA), conhecida como a Estrada do Feijão, vencido pelo consórcio formado por Paviservice e SVC Construções.

A instituição também está trabalhando para o governo federal no projeto de concessão de quatro lotes de rodovias federais, que passam por cinco Estados, e para o governo de São Paulo no projeto de capitalização da Sabesp.

Segundo Ang, com a mudança na atuação do BNDES, que tende a ter um papel complementar ao do mercado de capitais, o financiamento a projetos de infraestrutura no Brasil deve migrar para uma nova fase, em busca do investidor externo. "Mas, para isso, temos que achar uma forma de mitigar o risco cambial para esses investidores", diz Ang.

Ele conta que outros países na América Latina, como Colômbia e Peru, conseguiram atrair recursos estrangeiros para financiar projetos de infraestrutura. "Não há uma solução única", diz, destacando que as medidas podem passar pelo aperfeiçoamento dos instrumentos financeiros para proteção contra a variação cambial. O grande desafio hoje para atrair o investidor estrangeiro é oferecer a possibilidade de se fazer um hedge cambial em prazos mais longos.

Além dos empréstimos bancários, o IFC avalia a possibilidade de participar de emissões de debêntures de infraestrutura de modo a incentivar o aumento da participação do mercado de capitais no financiamento desses projetos.

Os organismos multilaterais têm participado das emissões desses papéis, oferecendo garantias para essas operações. O BID, por exemplo, participou das emissões de debêntures de infraestrutura do complexo eólico Santa Vitória do Palmar (RS) e do projeto Pirapora Solar (MG), oferecendo garantias para os títulos.

Noticias BRSeguros.org

Cinco motivos para fazer um seguro residencial
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 01:56

Fonte: Jornal Dia Dia

De acordo com dados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros), apenas 14,5% das residências brasileiras possuem seguros. A baixa procura se deve, principalmente, ao fato de que muitas pessoas ainda acreditam que o custo é alto e a cobertura fica restrita a casos de incêndio. O preço, no entanto, gira em torno de 1% do valor imóvel e a proteção pode incluir danos elétricos, roubo e responsabilidade civil, entre outros itens que serão cobrados à parte. Além disso, quem fecha um contrato, ganha uma série de serviços para casa como encanador, eletricista e chaveiro.

O vice-presidente comercial da Touareg Seguros, Luiz Villar, afirma que proteger o patrimônio é um bom negócio para evitar grandes despesas no caso de um roubo, por exemplo. “Na maioria das vezes, não temos uma reserva suficiente para cobrir os prejuízos de um imprevisto como este”, diz.

Por isso, o executivo destaca cinco razões para contratar um seguro residencial:

Custo-benefício

O seguro é calculado de acordo com o valor do apartamento ou da casa, da região onde o imóvel está localizado e de uma estimativa de custo dos bens que o integram. A partir do seguro básico, que irá cobrir o imóvel em caso de incêndio, queda de raio ou explosões, é possível solicitar outras coberturas. As mais procuradas são contra danos elétricos, roubo ou subtração de bens com arrombamento e vendaval.

Personalização do serviço

Essa “personalização” da apólice é outro atrativo. “O corretor de seguros pode ajudar o contratante a escolher as coberturas necessárias e o valor das indenizações indicadas para cada caso. O seguro é feito sob medida”, explica Villar. “O valor da cobertura definido na apólice é o limite máximo a ser recebido para cada uma das garantias”, completa. Por isso, é necessário atenção redobrada antes de assinar o contrato para evitar surpresas desagradáveis. Uma dica é ler o tópico “riscos excluídos”, nas condições gerais. Os mais comuns são falhas na construção, furtos sem vestígio de arrombamento e defeitos preexistentes.

Pacote de benefícios

Além das coberturas, as seguradoras costumam oferecer pacotes de benefícios muito atraentes. Entre os principais serviços gratuitos estão chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. Há pacotes que incluem consertos de aparelhos da linha branca, desentupimento de pias e ralos, além de instalação de utensílios domésticos.

Bônus

Assim como o seguro do carro, o residencial também garante descontos progressivos ao não registrar sinistros, aplicados a cada ano sem ocorrências.

Facilidade na indenização

Por último, está a facilidade no pagamento da indenização que leva, em média, 30 dias após a apresentação de toda a documentação exigida. Após comunicar a seguradora sobre o sinistro, o segurado deve providenciar e enviar todos os documentos solicitados. Feito isso, será feita uma avaliação do sinistro e tudo o que foi contratado. Após a conclusão dessa análise e, caso o pedido de indenização seja aprovado, o contratante será ressarcido por meio de reparação dos danos, reposição do bem por outro da mesma espécie ou em dinheiro.


“Moro em um apartamento. Vale a pena ter seguro residencial?”
Quarta, 19 De Setembro De 2018 - 01:51

Fonte: Época Negocios 

A dúvida é, provavelmente, por acreditar que os riscos são mais baixos nesse tipo de imóvel. Veja a resposta do especialista

Caro(a) Leitor(a),

Provavelmente sua dúvida sobre contratar ou não o seguro residencial para um apartamento é por acreditar que os riscos são mais baixos nesse tipo de imóvel, principalmente em relação à ocorrência de roubos e furtos. Então, vamos primeiro conhecer melhor esse tipo de seguro para decidir sobre a necessidade de contratação.

O seguro residencial oferece cobertura de danos a imóveis residenciais individuais, que podem ser habituais ou de veraneio, e se aplica tanto à estrutura física do imóvel quanto ao conteúdo. A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. Os planos também oferecem diversas coberturas adicionais, as principais são: danos elétricos, desmoronamento, despesas emergenciais, responsabilidade civil familiar, quebra de vidros, vendaval, roubo e furto, entre outros. Em troca dessa proteção o segurado desembolsa um valor, conhecido como prêmio, e a companhia seguradora assume o risco de indenizar o segurado na hipótese da ocorrência de um sinistro.

O valor do prêmio é calculado com base no somatório das coberturas agregadas à Apólice, permitindo ao contratante personalizar o seguro conforme suas necessidades.

Um bom exemplo das coberturas adicionais do seguro é a de Responsabilidade Civil familiar, que oferece indenização no caso de danos causados a terceiros pelos moradores ou empregados da sua residência. Imagine se algo cair de uma de suas janelas e machucar alguém que está passando na rua, você pode ter que arcar com despesas médicas e judiciais, cujos valores são imprevisíveis. E se as brincadeiras das crianças quebrarem algo dentro do condomínio e virarem um problemão? Você tem animais domésticos? E se um deles morder outro morador ou funcionário do condomínio? Todos esses riscos estariam cobertos e as despesas seriam pagas pela seguradora.

Também é importante considerar: o apartamento é próprio ou alugado? Quitado ou financiado?

Os financiamentos imobiliários exigem a contratação de um tipo particular de seguro, o Habitacional, que tem a finalidade de quitar a dívida do financiamento em caso de morte ou invalidez permanente do mutuário e cobrir alguns tipos de danos físicos ao imóvel, que são muito similares às coberturas básicas do seguro residencial, visando proteger a instituição financeira de prejuízos, visto que o imóvel pertence ao banco até a quitação do contrato, ao mesmo tempo também protege o patrimônio da família no caso de incapacidade do mutuário honrar o pagamento. Assim, se o imóvel do(a) leitor(a) for financiado, é importante verificar as coberturas do seu seguro habitacional para dimensionar as coberturas do residencial.

No caso de apartamento alugado, alguns contratos exigem a contratação do seguro residencial pelo inquilino, com condições preestabelecidas. Mesmo que não seja obrigatório, o inquilino pode contratar o seguro residencial, podendo optar por segurar apenas o conteúdo do imóvel, escolhendo uma a uma as coberturas desejadas.

As seguradoras ainda oferecem um rol de assistências como atrativos para seus clientes, proporcionando comodidades e economia para a família. Os mais comuns são serviços de manutenção no imóvel, como eletricistas e encanadores, assistência em caso de emergências, chaveiros, fornecimento de orçamento, indicação de profissionais, conserto de eletrodomésticos, hospedagem em caso de imprevistos que impeçam a permanência no imóvel etNo Brasil o seguro residencial não é tão difundido quanto o seguro de automóveis e estima-se que aproximadamente 85% dos lares não possuam seguros residenciais individuais. E vale ressaltar que, proporcionalmente ao valor do bem, os seguros de automóveis são muito mais caros que os de imóveis. De forma geral, o pagamento anual para contratação das coberturas essenciais é em torno de 0,1 a 0,5% do valor do imóvel.


Por fim, é importante não confundir o seguro residencial do apartamento com o seguro de condomínio. No Brasil, por exigência legal, é obrigatório que edifícios possuam seguro de condomínio, que ofereça, no mínimo, proteção contra incêndio ou destruição, parcial ou total.

Portanto, ao buscar um seguro residencial, é fundamental avaliar os valores referentes a cada cobertura para não subestimar ou exagerar na contratação. Uma leitura atenta dos documentos, principalmente, dos riscos excluídos pode evitar dores de cabeça quando algum problema ocorrer. Vale também consultar profissionais especializados para ajudar a decidir o melhor que se encaixa ao seu perfil.

*Adriana De Lucca é planejadora financeira pessoal e possui a certificação CFP® (Certified Financial Planner), concedida pela Planejar - Associação Brasileira de Planejadores Financeiros. E-mail: adrianadelucca@terra.com.br.

As respostas refletem as opiniões do autor, e não do site Época Negócios ou da Planejar. O site e a Planejar não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.

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