Fraudes comprovadas em seguros chegaram a R$ 723,2 milhões em 2018, segundo CNseg
Quinta, 20 De Junho De 2019 - 02:19

Fonte: CNseg

Os resultados consolidados de uma pesquisa realizada com seguradoras apontam que os sinistros ocorridos, ou seja, pedidos de indenizações solicitadas pelos clientes junto a companhia de seguro, somaram aproximadamente R$ 32,9 bilhões em 2018. Deste total, R$ 5,1 bilhões foram resultados de sinistros suspeitos, o que corresponde a 15,6% do valor total dos sinistros ocorridos. O valor das fraudes que puderam ser comprovadas neste período somou, aproximadamente, R$ 723,2 milhões, o que representa cerca de 14,1% do valor dos Sinistros Suspeitos, segundo o 16º Ciclo do Sistema de Quantificação de Fraudes (SQF), que é a ferramenta institucional da CNseg para coleta e compilação dos dados necessários à geração dos indicadores para quantificação da fraude.

Por intermédio deste sistema, alimentado pelas próprias seguradoras, desde 2004 são gerados anualmente indicadores de fraude contra o seguro, compondo-se assim uma inédita série histórica dessas ocorrências no segmento de Seguros Gerais. 

Falsa declaração de roubo e furto, inversão de responsabilidade e superfaturamento de orçamentos estão entre os principais tipos de fraudes praticados contra seguros de automóvel. As tentativas de fraude comprovadas em relação ao sinistro ocorrido nesse ramo somaram R$ 2,5 bilhões, o que representou 12% do total de avisos de sinistros da carteira, que somaram R$ 20,7 bilhões em 2018. As fraudes comprovadas nos sinistros investigados totalizaram R$ 343 milhões, 1,7% do total. 

Generali planeja proteção para uma nova economia
Quinta, 20 De Junho De 2019 - 02:15
Fonte: Exame


A seguradora quer oferecer seguro para patinetes e bicicletas no Brasil 

A seguradora italiana Generali quer pegar carona no mercado de aluguel de bicicletas e patinetes no Brasil, que anda no centro das discussões sobre mobilidade urbana.

Com receita anual de prêmios na casa dos 70 bilhões de euros, a oitava maior seguradora do mundo acaba de obter autorização da Superintendência de Seguros Privados para vender apólices que protejam os usuários desses meios de transporte em caso de acidentes pessoais, como quedas. O preço começa em 48 centavos por dia (ou 14,46 reais por mês) para uma cobertura de sinistro de 3.000 reais.

A Generali está conversando com os administradores desse tipo de serviço para definir os modelos de contratação. Um dos principais alvos é o condutor que utiliza os veículos para fazer entregas. Já há 4 milhões de pessoas usando plataformas como Uber, iFood e Rappi para ganhar dinheiro no país — trabalhadores que não contam com nenhum tipo de amparo legal.

A Grow, união das empresas Grin e Yellow, registrou uma redução de 40% no movimento entre o final de maio e o começo de junho, quando começaram a surgir notícias de acidentes com bicicletas e patinetes e a prefeitura de São Paulo ameaçou endurecer a regulação.

A Generali começou a oferecer esse seguro recentemente na Itália. No Brasil, foca produtos massificados, a exemplo dos seguros para celular, distribuídos em parceria com empresas como TIM e Lojas Americanas. De 2016 a 2018, seu faturamento nesse segmento saiu do zero para 270 milhões de reais.

Noticias BRSeguros.org

MPAL e DPE recorrem da decisão do STJ sobre ‘seguro garantia’ em substituição à indisponibilidade dos lucros da Braskem
Quarta, 19 De Junho De 2019 - 16:48
Fonte: Cada Minuto



Divulgação/ArquivoRs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueMinistério Público Estadual

Para garantir maior celeridade nas tramitações referentes ao caso que envolve a indisponibilidade dos lucros da Braskem para possível ressarcimento aos moradores dos bairros de Pinheiro, Bebedouro e Mutange,  o Ministério Público Estadual de Alagoas e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas interpuseram com um agravo regimental junto ao presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, na tarde de ontem (18), pleiteando o reconhecimento da ilegitimidade da Braskem para solicitar a suspensão da decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), que havia impedido a distribuição dos R$ 2,67 bilhões do lucro líquido da empresa.  A liberação dos ativos da empresa, para distribuição dos lucros aos acionistas, foi determinada pelo STJ, na semana passada.

Segundo a assessoria de Comunicação do MPE os entes públicos também requereram a manutenção da suspensão da distribuição dos referidos dividendos, a fim de garantir reparos por danos morais e materiais aos moradores nos bairros do Pinheiro, Bebedouro e Mutange, que sofrem em razão da mineração promovida pela empresa.

No pedido, os promotores e defensores explicaram que a Braskem não tem legitimidade para postular o pedido de suspensão da decisão do Tribunal de Justiça alagoano ao STJ, pois, de acordo com os artigos 4º da Lei nº. 8.437/1992 e 271 do Regimento Interno do mencionado Tribunal Superior, os requerimentos dessa natureza devem ser protocolados pelo Ministério Público ou da pessoa jurídica de direito público interessada, em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade, e para evitar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas.

Tais pressupostos não se enquadram nas características da Braskem, uma empresa de mineração e pessoa jurídica de direito privado, cujo objetivo do pedido era meramente particular e financeiro. 

Para os promotores de justiça e defensores públicos, a decisão do STJ atendeu, apenas, aos interesses da Odebrecht - principal acionista da Braskem, e prejudicou o real interesse público: os 40 mil moradores e comerciantes dos bairros Pinheiro, Mutange e Bebedouro.

Outro ponto de preocupação, levantado pelas instituições, foi o indício concreto de que a mineradora, aos poucos, vem se desfazendo do seu patrimônio, através do acordo de leniência feito entre ela, Ministério Público Federal (MPF) e Controladoria-Geral da União (CGU), no valor de R$ 2,8 bilhões, a ser pago até janeiro de 2025, sendo certo que R$ 1 bilhão, já foi depositado.

Além disso, o agravo ressaltou a total inviabilidade do seguro-garantia, que sujeitam os interessados ao puro arbítrio das seguradoras. Os defensores e promotores, também, reforçaram que o condicionamento do pagamento das indenizações ao trânsito em julgado gerará uma absoluta inversão do ônus do tempo, que recairá sobre os ombros das vítimas.

“A todo modo, a apólice reserva-se uma série de direitos, faculdades e exigências complementares que deixam a posição jurídica da população defendida pelos ora agravantes totalmente desguarnecida. Isso é tanto mais grave quando se pensa que se está rumando no caminho de substituir o bloqueio de dividendos por um tal contrato de seguro 'garantia' que – a toda evidência – nada garante”, afirmam os autores do agravo.

O pedido foi protocolado pelo procurador-geral de justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, pelo defensor público-geral do Estado, Ricardo Antunes Melro, pelo subdefensor-geral do Estado, Carlos Eduardo de Paula Monteiro, pelos promotores de justiça José Antônio Malta Marques, Max Martins, Adriano Jorge Correia, Jorge Dória, Jomar de Amorim e Vicente Porciúncula, e pelo defensor público Fernando Rebouças de Oliveira.

Novo patamar de seguro rural auxilia na gestão de risco do produtor
Quarta, 19 De Junho De 2019 - 16:46
Fonte: Folha de São Paulo


Plano Safra destina R$ 1 bilhão para o setor, suficiente para a cobertura de 15,6 milhões de hectares


Em tempos de orçamento magro, um dos pontos de destaque do Plano Safra, divulgado nesta terça-feira (18), foi a elevação da subvenção para o seguro rural para R$ 1 bilhão.

Um dos componentes importantes de gestão e de administração de risco dos produtores, o seguro rural não vai atender toda a demanda reprimida, mas pelo menos visa um lado qualitativo. Ele vai se desenvolver ao longo dos anos.

A avaliação é de Pedro Loyola, diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura. A nova política une pequenos e médios produtores, que representam 85% do público que busca esse instrumento de proteção.

Sistema de irrigação de plantação em Planaltina, Brasília - Tony Winston - 19.ago.16/Agência Brasília

O R$ 1 bilhão destinado pelo governo para 2020 deverá garantir a cobertura de 15,6 milhões de hectares. Na avaliação do governo, a cobertura poderá favorecer 150 mil produtores, com valores de R$ 42 bilhões.

Para a CNA a subvenção poderia ir para R$ 1,7 bilhão. Nesse caso, seriam assegurados 20,2 milhões de hectares, com  movimentação de R$ 72 bilhões feita por 166 mil produtores.

O aumento do dinheiro do seguro rural é importante para movimentar toda a cadeia. Em 2006, eram apenas quatro empresas credenciadas no Ministério da Agricultura para atuar nesse programa. O número subiu para 8 em 2016 e atingiu 14 neste ano. 

“O mercado de resseguro começa a olhar o país de outra forma. E isso gera mais competição e cria demanda para novos produtos”, diz Loyola.

Monitoramento em campo, aplicativo com indicação de risco climático, zoneamento regional de produtividade, tecnologias diversas e estatísticas poderão auxiliar na fixação dos preços no setor.

“Quanto mais gente dentro do seguro rural, mais barateia o risco.” Para Loyola, o resultado é uma redução de custos tanto para produtores como para seguradoras.

​As empresas hoje buscam o maior número possível de produtores. Isso é feito por meio de cooperativas ou de empresas de insumos.

Essa busca, em geral, visa pequenos e médios, uma vez que os grandes se utilizam menos desse instrumento. Eles pulverizam o risco, atuando em várias propriedades e até em vários municípios.

O seguro rural acaba sendo um instrumento de política agrícola. Ele pode gerar maior estabilidade financeira para o produtor e reduzir as renegociações de dívidas que tanto afetam o Tesouro.

O presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA e deputado José Mário Schreiner (DEM/GO) destaca outros pontos importantes do plano.

Um deles é a possibilidade de lastrear papeis do setor em outras moedas, facilitando a tomada de crédito no exterior.

Outra medida que reduzirá custos para o produtor é a possibilidade de fatiar a propriedade em partes na hora de buscar crédito. Antes todo patrimônio ficava amarrado no primeiro empréstimo, onerando muito o segundo.

Essas duas medidas serão regulamentadas por meio de medidas provisórias

Exposição do mercado de seguros brasileiro à Odebrecht é de R$ 5 bilhões
Quarta, 19 De Junho De 2019 - 16:42
Fonte: Estadão 


Fachada do prédio da empreiteira Odebrecht. Nelson Almeida/AFP

A exposição do mercado de seguros brasileiro à Odebrecht, que deu início na terça-feira (18) ao maior processo de recuperação judicial do país, é de quase R$ 5 bilhões, conforme dados da lista de credores da holding, compilados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Dentre as companhias responsáveis pelas maiores cifras, estão nomes como os das americanas Chubb Seguros, AIG, Liberty Seguros e o da brasileira JMalucelli (atual Junto Seguros) de um total de 16 companhias inseridas no processo do grupo.

Na lista de credores, os contratos são mencionados apenas como seguros de garantia e classificados como quirografários, ou seja, sem garantias. Na prática, porém, abrangem diferentes modalidades como a de performance, que garante a entrega de obras em andamento e que responde pela maioria dos contratos, e o judicial, que protege o grupo de ações na Justiça.

Como a maior parte das apólices listadas é em dólar, foi considerado câmbio a R$ 3,85. Além disso, companhias do mesmo conglomerado no Brasil foram unificadas. É o caso da Chubb Seguros, antiga Ace e que no passado adquiriu a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco.

O grande número de seguradoras listadas no processo de recuperação judicial da Odebrecht é explicado, conforme fontes, justamente pelo fato de o seguro de garantia para obras envolver montantes elevados e que tradicionalmente são divididos em um pool de companhias, reduzindo o risco das mesmas. Causou surpresa a vários players do mercado, porém, o fato de os grupos seguradores também integrarem o grupo de credores da holding uma vez que a maioria das apólices estão vigentes e não geraram sinistro ao menos até aqui.

A exceção, conforme fonte de mercado, é um contrato de seguros de US$ 131,334 milhões com a Chubb Seguros no Peru, que já estava sendo tratado antes do pedido de recuperação judicial da holding.

Há até mesmo apólices cuja vigência já expirou. No caso da seguradora Austral, controlada pela Vinci Partners, a maior parte dos contratos citados na lista de credores da Odebrecht, que totalizam quase R$ 200 milhões, já venceram, conforme apurou o Broadcast. A maior delas, de mais de US$ 25 milhões, teria sido rescindida, segundo uma fonte, uma vez que o projeto segurado foi cancelado.

Mas a estratégia da Odebrecht e seus assessores, o escritório E.Munhoz e a RK Partners, de incluir seguradoras em casos de recuperação judicial não é nova e já ocorreu em outras ocasiões como nos processos da OAS e da PDG. Na ocasião, lembra uma fonte, as companhias recorreram à Justiça para serem retiradas uma vez que não figuravam como credoras das empresas envolvidas. "Agora, novamente, as seguradoras devem questionar na Justiça a retirada do processo uma vez que não são credoras da Odebrecht", explica um advogado, especialista em seguros, na condição de anonimato. Outra fonte adverte que somente podem seguir esse caminho as seguradoras que não têm sinistro com a holding.

Por que a Odebrecht incluiu seguradoras como credoras

A inclusão das seguradoras no processo de recuperação judicial da Odebrecht divide opiniões entre executivos do mercado ouvidos pelo Broadcast. Tanto é que algumas seguradoras têm procurado os assessores da Odebrecht para marcar reuniões para entender os motivos de terem sido inseridas na lista de credores. A explicação, segundo uma fonte, é a de que as apólices representam um contrato de contragarantia que dá direito à companhia de seguros executar a Odebrecht e, por isso, faria sentido a inclusão na lista de credores. No entanto, as empresas operacionais do grupo não entraram no pedido de recuperação judicial e, ao menos por ora, não há expectativa de sinistros, o que, na prática, dispensa a inserção das seguradoras no processo.

Para o presidente de uma das seguradoras que integra a lista de credores da holding, a reestruturação da Odebrecht na Justiça pode ajudar a companhia a gerar mais caixa uma vez que deixará de arcar com diversas despesas como juros dos empréstimos, por exemplo, por 60 dias tendo mais folga no orçamento para cumprir os projetos em andamento. Sob esta ótica, diz, o risco de sinistro se reduz. "A recuperação judicial para seguradoras de garantia performance é um ponto positivo porque pode sobrar mais caixa para a Odebrecht tocar as obras", diz.

Por outro lado, acrescenta um executivo de mercado, o pedido de recuperação judicial da Odebrecht pode servir de "teste de fogo" para o mercado de seguro garantia de obras caso o grupo e suas respectivas empresas passem a ter maior dificuldades para concluir os contratos em andamento. "Se o grupo começa a ter dificuldade de entregar as obras pode disparar sinistros e aí gente nunca sabe onde o trem vai parar", alerta.

A maioria das apólices contam, contudo, com respaldo do resseguro, popularmente conhecido como o seguro das seguradoras. Isso porque as cifras envolvidas em apólices de garantia além de elevadas são consideradas de "cauda longa" - do inglês long tail, ou seja, que podem gerar sinistros após muitos anos, fora da vigência das apólices.

Esse foi o motivo, inclusive, que fez o líder do mercado de resseguros no País, o IRB Brasil Re, diminuir seu apetite no segmento. Questionada pelo Broadcast sobre sua exposição no caso Odebrecht, a companhia informa que o segmento de "garantia" não é foco da atuação da companhia desde 2014, uma vez que tem características de "long tail" e, portanto, não se amolda ao planejamento estratégico da empresa.

Resseguradoras

O presidente de uma resseguradora com exposição à Odebrecht diz que ainda é um pouco cedo para saber como o pedido de recuperação judicial da holding vai afetar o mercado, mas que o movimento já era aguardo pelos resseguradores. "As seguradoras tem uma noção mais precisa do risco atual. A informação demora um pouco para chegar nas resseguradoras", afirma ele, acrescentando que a análise tem de ser feita contrato a contrato.

Além das apólices com seguradoras estabelecidas no Brasil, o grupo Odebrecht possui apólices de seguro garantia com companhias do Peru, Bogotá (Colômbia), Argentina, México, dentre outros players internacionais que também somam montantes elevados em importância segurada para fazer frente às obras e projetos fora do território brasileiro. A exposição da suíça Zurich à Odebrecht, por exemplo, sobe de menos de R$ 5 milhões para R$ 53,143 milhões, considerando apólices emitidas pela Zurich Argentina e a Zurich Insurance. Apesar do montante ser pequeno, a companhia é a que detém o maior número de contratos, com mais de 70 apólices incluídas na lista de credores da Odebrecht.

Também integra a lista de credores do grupo a sua própria corretora de seguros, com mais de R$ 1 milhão a receber. Procuradas, as seguradoras mencionadas não comentaram. A Odebrecht não se pronunciou. A Berkley informou que está "apurando os valores por isso não irá se posicionar neste momento".

Noticias BRSeguros.org

Confirmado programa de treinamento em Londres
Quarta, 19 De Junho De 2019 - 13:04

A Escola Nacional de Seguros (ENS) confirmou, na semana passada, a realização do Programa de Treinamento no Exterior em Londres, que terá como tema “Gerenciamento de Riscos e Seguros”. As aulas acontecerão entre 19 e 23 de agosto, nas instalações do The Chartered Insurance Institute (CII), parceiro na iniciativa. O curso abordará temas como Norma ISO …

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SindSeg MG/GO/MT/DF promove debate sobre inovação e distribuição no mercado de seguros
Quarta, 19 De Junho De 2019 - 12:46

O mercado de trabalho, cada vez mais, passa por um processo de inovação, provocado pelo avanço das tecnologias. O SindSeg MG/GO/MT/DF pensando nas transformações e avanço do mercado segurador, promove ciclos de palestras que proporcionam a discussão de temas relevantes para os profissionais do segmento. Foi realizado um debate, no dia 06/06, em Juiz de …

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