Thinkseg, de ex-BTG, investe R$ 50 mi em seguro de auto por assinatura
Domingo, 21 De Abril De 2019 - 01:27
Fonte: Estadão

Coluna do Broadcast

A Thinkseg, do ex-BTG André Gregori, desembolsou R$ 50 milhões para desenvolver um seguro de automóvel cobrado conforme o uso de cada motorista, até então inédito no mercado brasileiro. Da expressão em inglês Pay-Per-Use, funciona como o pagamento de um serviço por assinatura nos moldes de Netflix e Spotify, com custo fixo médio acrescido de um variável conforme a utilização do veículo. 

No forno. Para chegar nesta equação, a insurtech – startup de seguro – considera a quilometragem rodada e o comportamento do segurado ao volante. Em parceria com uma seguradora internacional, o seguro, que pode ser até 50% mais em conta que o modelo tradicional, sairá do forno até junho.


Aliadas a cooperativas de seguros, milícias faturam com a recuperação de veículos roubados
Sábado, 20 De Abril De 2019 - 05:11
Fonte: O Globo 


Um carro roubado é recuperado durante uma operação no Complexo da Pedreira: polícia afirma que pelo menos seis cooperativas do Rio fazem contato com criminosos Foto: Márcio Alves / 22.02.2019

RIO — Escrita em cartazes de propaganda de cartomantes, a promessa “trago a pessoa amada em três dias” ganhou uma versão do crime organizado — no caso, a “pessoa amada” é substituída por “carro”, e a garantia é dada pela milícia, que encontrou no resgate de veículos roubados uma nova forma de ganhar dinheiro. Ela entra num filão inicialmente explorado pelo tráfico, que cobra “comissões” pela devolução de motocicletas e automóveis levados para dentro das comunidades que domina. Milicianos, no entanto, foram além, assumindo o papel de negociadores junto às chamadas associações de proteção veicular e patrimonial. São cooperativas não reguladas por autarquias que oferecem apólices com preços bem abaixo dos estipulados pelas seguradoras.

A ação de milicianos é reconhecida e denunciada por Raul Canal, presidente da Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais. Ele diz que, no Rio, paramilitares (e também traficantes) firmaram acordos com cooperativas que preferem pagar comissões pela recuperação de carros roubados a indenizar seus clientes.

— Há uma situação peculiar no Rio, algo que chamamos de sequestro de veículos. Muitas vezes, bandidos roubam ou furtam um carro para receber um pagamento de R$ 200 a R$ 300. Aí, entram em cena os intermediários das associações picaretas, que prometem encontrá-lo dentro de algumas horas ou poucos dias. Como o veículo segurado por uma cooperativa sempre tem um rastreador, eles podem, por exemplo, ir a uma comunidade e negociar sua liberação com a quadrilha local — explica Canal.

O presidente da agência diz que há cerca de 4 mil cooperativas de seguros no país. O Rio tem 172, mas apenas 38 são filiadas à entidade. Canal ressalta que a prática das associações clandestinas de pagar comissões a milicianos e traficantes incentiva o roubo e o furto de veículos:

— Algumas associações não têm reserva de capital para pagar um número razoável de prêmios em determinado período e acabam efetuando o resgate para não quebrar. Nossa agência não compactua com isso e luta por uma regulamentação para o setor.

No Rio, o valor das apólices de cooperativas chega a ser 70% menor que o cobrado pelas empresas reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda que é responsável pela fiscalização do mercado. Com preços convidativos, as associações de proteção veicular e patrimonial têm atraído principalmente motoristas que trabalham com aplicativos e proprietários de carros que moram em regiões de altos índices de roubos e furtos de veículos.

Apesar de esse tipo de crime estar em queda no Rio, como mostram as últimas estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de ocorrências em alguns locais mantém elevado o valor do seguro convencional, na comparação com áreas de poucos roubos. Considerando variações da idade do motorista, a apólice de um Fiat Mobi zero quilômetro pode custar de R$ 3.934 a R$ 11.912 na Pavuna. No Leblon, oscila entre R$ 1.517 e R$ 3.523. Dono de um carro desse modelo, um morador do bairro da Zona Norte paga, por mês, R$ 243 a uma cooperativa.

Polícia investiga

Escutas telefônicas feitas pela Polícia Civil e autorizadas pela Justiça comprovam que criminosos negociam devoluções de carros com representantes de cooperativas de seguros. Um inquérito da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) aponta que pelo menos seis delas recuperaram veículos após contatos com traficantes.



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